A última semana foi marcada por grandes lembranças. Dois grandes personagens brasileiros partiam deixando saudades. Compositores, boêmios e polêmicos, mas antes de tudo ídolos de diferentes gerações: Cazuza e Vinícius.Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza morreu no dia 7 de julho de 1990, com apenas 32 anos, vítima de AIDS. Iniciou a sua carreira como cantor de rock na banda Barão Vermelho, mas depois saiu do grupo e começou a compor melodias de MPB. O “exagerado” assumiu sua bissexualidade. Em 1989 declarou-se soro positivo e em 1990 sucumbiu à doença.
Ao lado do Barão Vermelho, composições famosas como: “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul". Já entre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa".

Marcus Vinícius de Moraes partiu em 9 de Julho de 1980. Compositor, poeta, diplomata e dramaturgo é considerado um grande nome da bossa nova e com ela fez grandes parcerias como Tom Jobim e Toquinho. O poetinha, como era conhecido, viveu grandes paixões e casou-se nove vezes. Hoje, é referência para artistas como João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque entre outros. Sempre teve paixão pela música e poesia. O primeiro livro foi lançado aos 20 anos, em 1933, e aos quatorze anos formou uma banda. Começou a se tornar prestigiado com sua peça de teatro "Orfeu da Conceição", em 1956.
Cazuza e Vinícius foram homenageados e reverenciados por fãs e amigos durante a semana de aniversário de suas mortes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário