Segundo Pedro Almadóvar, o mais aclamado cineasta espanhol, o retrato da alma masculina. Assim como em “Volver", "Tudo sobre Minha Mãe" e "Carne Trêmula", “Abraços partidos” traz sua musa, a atriz Penélope Cruz. O filme foi indicado à Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2009 e ao Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro.
Abraços Partidos” começa narrando um jogo de duplicidade com o protagonista que se divide entre dois nomes: Harry Caine e Mateo Blanco. Harry Caine é o pseudônimo do roteirista cego que, apesar do sucesso profissional, recebe ajuda de sua produtora Judit (Blanca Portillo, de "Volver"), e o filho desta, Diego (Tamar Novas, de "Mar Adentro").
Seu nome verdadeiro, Mateo Blanco, revela um passado ao qual ele prefere não lembrar. É quando conhece Lena (Penélope Cruz). Lena era amante do milionário Ernesto Martel (José Luis Gómez), a quem era grata pela ajuda financeira que recebeu quando seu pai estava doente. Escolhida para encenar o filme de Blanco, passar a ter um caso com este.
Abraços Partidos é dita a melhor e a pior de outras obras igualmente magníficas de Almodóvar. Porque a grande virtude desse cineasta está em continuar o estilo “almodovariano” de narrar.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Abraços Partidos
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